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QUERO E, AO MESMO TEMPO, NÃO QUERO VISITAR MINHA FAMÍLIA NO BRASIL!

  • Foto do escritor: Simony Ramos Oliveira
    Simony Ramos Oliveira
  • 7 de jan.
  • 2 min de leitura




QUERO E, AO MESMO TEMPO, NÃO QUERO VISITAR MINHA FAMÍLIA NO BRASIL!


Atendendo online imigrantes brasileiros que vivem em diferentes países ao redor do mundo, sempre há algumas sessões em que o assunto central é sobre os impactos emocionais em viajar para visitar os familiares no país de origem, no caso no Brasil. Um assunto que também aparece nas sessões realizadas com imigrantes de outras nacionalidades. Quando há questões emocionais não resolvidas com a família de origem, a mera possibilidade de planejar a visita, já traz grandes desconfortos emocionais, tais como, medo, ansiedade, raiva e tristeza.

Muitos clientes começam já a antecipar em forma de fantasias sobre o que acontecerá quando encontrar com a mãe/o pai que nunca teve uma boa relação, com o irmã/irmão que vivia em conflitos, sobre as possíveis piadas, perguntas intimidadoras ou descabidas dos familiares. Por isso, há um sentimento ambíguo em relação a esta visita: um querer e não querer ao mesmo tempo.

Nas sessões que trabalho com esta questão, busco junto ao cliente cuidar do emocional que está amparado pela visão que a sua criança interior tem sobre esta visita. Através de exercícios de fortalecimento emocional e de simulações de situações já vividas, preparo o cliente para lidar com esta situação de forma mais leve.

Pelos feedbacks que já tive ao retornarem destas visitas, a maioria dos clientes considera que a minha forma de ajudá-los nesta temática é muito eficaz. Mas é importante deixar claro que estas visitas também são materiais que contribuem para o fortalecimento da vida emocional do cliente ao voltar para as sessões de terapia.

Relatar como se sentiu, o que fez, o que descobriu de si mesma(o) e o que pode aprender ao lidar de frente com suas emoções, contribui imensamente para que possa nas próximas visitas, estar mais leve e mais feliz no seu país de origem junto a sua família bem como com situações similares que ocorrerão no exterior, e que acabam acabam se tornando gatilhos emocionais em vista de estarem inconscientemente conectadas com seu passado familiar.

Se você se identificou com o que foi abordado neste artigo e percebe que sozinha(o) não consegue resolver, envie uma mensagem e marque um intake comigo.

Ficarei feliz em te ajudar naquilo que for possível! Um abraço! Simony.


 
 
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